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 CRESS/AM apresenta a chapa única para as eleições do CFESS-CRESS


  04/03/2020



 

 

 

As eleições do Conjunto CFESS-CRESS estão próximas. Nos dias 10, 11 e 12 de março, os/as assistentes sociais do Amazonas aptos a votar irão participar do pleito por meio de votação online para decidir se a chapa única inscrita para assumir a gestão do Conselho Regional de Serviço Social do Estado (CRESS 15ª Região/AM) – 'Reconhecer a História para Garantir o Futuro' – será eleita para cumprir o mandato para o triênio 2020-2023.

 

Para a chapa única ser legitimamente eleita é necessário alcançar o quórum de 15% dos profissionais de serviço social em condições de votar durante as eleições. Caso não atinja esse percentual, o CRESS do Amazonas irá convocar uma assembleia da categoria para escolher uma Direção Provisória para o regional, que precisará realizar um novo processo eleitoral e gerir o CRESS 15ª Região/AM até a posse da diretoria eleita.

 

E para conhecer melhor as propostas e o modo de gestão planejado pela chapa 'Reconhecer a História para Garantir o Futuro', o CRESS do Amazonas, por meio da atual gestão ‘Nada a Temer, Lutar é Preciso!’, conversou com parte dos 18 membros (nove efetivos e nove suplentes) que, caso eleitos, tomarão posse em maio. A assistente social e professora universitária do curso de Serviço Social da Fametro, Laurisana Camargo, exercerá o cargo de presidente do regional se a chapa for aclamada após as eleições neste mês.

 

Há mais de 12 anos na docência, Laurisana tem trajetória na área da política de assistência social e participa atualmente de movimentos em defesa dos direitos das mulheres. A responsabilidade como gestora máxima do CRESS 15ª Região/AM será uma experiência inédita em sua carreira, mas a candidata conhece a realidade da entidade. Na antiga gestão do CRESS do Amazonas, ela atuou no Conselho Fiscal antes de assumir a Tesouraria.

 

“Foi uma experiência incrível pelo conhecimento que adquire. E a motivação para uma segunda chance (de atuar no CRESS) surgiu após uma articulação com colegas que também são atuantes dentro do contexto amazônico e observam a situação da categoria diante das transformações societárias (no País)”, comentou Laurisana, ao lembrar que “é muito fácil escolher não participar (do CRESS/AM) e apenas apedrejar”.

 

Um dos desafios a cada nova gestão de um CRESS em todo o Brasil é manter até o fim do mandato os 18 membros que compuseram originalmente a chapa eleita. Na maioria das vezes, a dificuldade em conciliar a carreira profissional com as demandas do regional como conselheiras/os, principalmente, leva a uma debandada precoce de integrantes. No regional, conselheiras/os não recebem nenhum tipo de remuneração financeira pelos cargos que exercem por ser um trabalho de militância em favor da categoria.

 

E para a chapa 'Reconhecer a História para Garantir o Futuro', a esperança é que a promessa de manter os membros efetivos e suplentes presentes na administração do CRESS até o ano de 2023 seja cumprida. “Um dos pontos de nossas pautas é, justamente, esse de que precisamos assumir (as funções e responsabilidades no Conselho Regional) até o fim. Cada membro dentro do que for possível trabalhar e dentro de uma organização conforme as necessidades. Sabemos que trabalhar no Conselho é militância porque não tem retorno financeiro. E é importante para a profissão ser atuante porque fortalece a categoria”, declarou Laurisana Camargo, apesar de admitir não ser fácil preservar integralmente a diretoria e demais integrantes.

 

Para Laurisana, a imagem do CRESS do Amazonas como um aliado dos/as profissionais da área deve ser fortalecida. “Às vezes as pessoas pensam que o CRESS existe apenas para fiscalizar o assistente social, mas não é assim. Nosso Conselho tem o papel da fiscalização, mas é para otimizar e melhorar os serviços (dos/as profissionais) da melhor forma possível. O CRESS não pode ser visto como um ‘bicho-papão’, mas como um aliado”, afirmou.

 

Uma das propostas da chapa única 'Reconhecer a História para Garantir o Futuro' está em reaproximar mais a categoria da entidade de classe, neste caso o CRESS do Amazonas. Missão que demonstra ser árdua pela dispersão e baixa participação/mobilização dos/as assistentes sociais do Estado em assembleias, cursos e demais eventos organizados gratuitamente pela atual gestão ‘Nada a Temer, Lutar é Preciso!’.

 

“A ideia é aproximar os municípios (do Amazonas) das nossas discussões. Sei que isso não é fácil, mas a proposta é criar um mecanismo para ter um feedback maior por parte dos/as colegas de fora capital. Outra questão seria o fortalecimento da categoria em relação aos espaços ocupacionais, continuar a luta da inserção dos assistentes sociais na Educação e trabalhar atrelado às demandas que envolvem as Organizações de Sociedade Civil (OSCs), que também constituem um campo importante para a atuação dos assistentes sociais”, comentou.

 

Para evitar críticas infundadas da categoria sobre as funções e relevância das ações do Conselho Regional de Serviço Social no Estado, a professora universitária acredita que uma maior visibilidade da instituição seria essencial. “A transparência, explicando o que e como o CRESS irá fazer algo é importante para atrair a presença de mais assistentes sociais nas atividades do Conselho”, disse Laurisana Camargo.

 

Mais Propostas

 

Vice-presidente na chapa única 'Reconhecer a História para Garantir o Futuro' para as eleições do Conjunto CFESS-CRESS, a professora universitária Simone Lisboa destacou como maior atuação na carreira de quase 20 anos como assistente social sua contribuição ao movimento sindical da categoria. Ela já exerceu os cargos de presidente e vice-presidente do Sindicato de Assistentes Sociais do Estado do Amazonas (Saseam) em dois mandatos.

 

“Eu aceitei o convite para compor a chapa (para concorrer à gestão do CRESS do Amazonas), justamente, por conta da preocupação com a atual conjuntura (do País), como os impactos nas políticas públicas que afetam diretamente a nossa categoria. Mas aceitei também pela realidade da categoria em si. Hoje percebemos a categoria muito passiva e alguns acuados e outros com discursos muito contraditórios (em relação ao Projeto Ético-Político)”, analisou Simone, que atualmente trabalha na Coordenação do curso de Serviço Social da ESBAM.

 

Para Simone Lisboa, a futura gestão do CRESS do Amazonas deve trabalhar mais a visibilidade do regional para combater uma imagem deturpada da instituição pela categoria, principalmente, das novas gerações de assistentes sociais. “Vemos nos comentários nas redes sociais que falta um discernimento sobre o que é o Conselho (Regional de Serviço Social), quais são as competências e atribuições dele (do CRESS) e de que forma traz um retorno para a categoria. Hoje, se você falar com a garotada do serviço social, a maioria diz que o Conselho só quer saber de anuidade e não sabem exatamente o que o CRESS faz”, afirmou.

 

Outra questão fundamental seria esclarecer as respectivas e diferentes atribuições entre CRESS e Saseam para evitar cobranças equivocadas dos/as profissionais da área. “É necessário um debate sobre isso, penso até que é um processo reeducativo da categoria. A partir daí, irão entender quais são as atribuições do Conselho (Regional) e do Sindicato. Porque quando precisamos, por exemplo, defender as bandeiras da inclusão do assistente social e piso salarial, se nós conselheiros (do CRESS) formos sozinhos para a mesa de debate quem está no poder não irá nos dar a devida atenção. Se o movimento sindical (por parte do Saseam) não estiver junto, não irão nos atender por serem bandeiras específicas do trabalho. No CRESS, nosso papel é fiscalizar, monitorar, informar e garantir que o espaço ocupacional do assistente social seja ocupado pelo profissional”, declarou.

 

Simone Lisboa também destacou que a atual gestão do CRESS do Amazonas – ‘Nada a Temer, Lutar é Preciso!’ – trouxe avanços na questão do fortalecimento e extensão das ações do regional no interior com a fundação de três novos NUCRESS (Itacoatiara, Parintins e Tefé) e na comunicação com a categoria (novo site e mais informações e interação nas redes sociais) dando mais visibilidade aos trabalhos da entidade. Políticas essas que devem ter continuidade quando a nova gestão do CRESS 15ª Região/AM tomar posse, em maio.

 

 

Saiba mais:

 

Listagem das Chapas das Eleições CFESS-CRESS

 

 

 

Conselho Regional de Serviço Social do Amazonas (CRESS 15ª Região/AM)

Gestão Nada a Temer, Lutar é Preciso! – 2017/2020

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